ISO 27001 é a norma para gerir documentos de identidade electrónicos
A segurança é uma questão central quando se trata de dados pessoais
Os documentos de identidade electrónicos – quer sejam passaportes, bilhetes de identidade, vistos ou documentos para votar online – estão a ser cada vez mais utilizados pelos governos em todo o mundo.
Contudo, embora a vantagem económica seja clara, o armazenamento e a transferência de dados muito sensíveis por meio electrónico pode implicar riscos graves devido ao cibercrime, aos piratas informáticos e ao simples erro humano. A documentação tem de ser segura e as informações pessoais devem estar encriptadas para protecção contra o roubo de identidade.
A norma ISO 27001 surgiu para garantir as melhores práticas internacionais ao constituir um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (ISMS). Requer que sejam cumpridos mais de 130 critérios e funciona como importante salvaguarda e diferenciador entre fornecedores de soluções de Identificação de Pessoas.
Para além de proteger os interessados de ameaças de alto risco como o crime organizado, minimiza o risco de perdas financeiras causadas por falhas do sistema ou perda de dados.
“Para o utilizador, a certificação ISO 27001 significa a prova de confiança que é essencial para a gestão de bases de dados populacionais. Significa que os dados são guardados de forma segura, não podem ser comprometidos e que os documentos electrónicos não podem ser falsificados”, afirma Ronny Depoortere, VP de Identificação de Pessoas na Zetes.
Desde Abril de 2010, a Zetes começou a oferecer estas garantias quando se tornou uma das poucas empresas belgas a receber a certificação ISO27001. Até hoje, a Zetes trabalhou com governos na Bélgica, em Portugal, em Israel e na Costa do Marfim para implementar soluções de documentos de identificação electrónicos seguros.